quinta-feira, 3 de maio de 2012

O Poste promove Formação


OFICINA DE INTERPRETAÇÃO E IMPROVISAÇÃO TEATRAL É OFERECIDA GRATUITAMENTE DENTRO DO PROJETO DE CIRCULAÇÃO DO ESPETÁCULO 


Dentro do Projeto "...E Tereza vai virando uma pedra às margens do Rio São Francisco..." é intuito do Poste além de levar o espetáculo Cordel do Amor sem Fim também oferecer e fomentar a formação artística de jovens e adultos das cidades participantes do projeto. 

Sendo assim, preparamos uma oficina de Improvisação e Interpretação Teatral que é ministrada pelo encenador Samuel Santos. A oficina é gratuita e nela, os participantes vivenciam a prática de jogos e exercícios que são a base do trabalho de interpretação do grupo. 

Resumo da Oficina: A oficina aborda a construção da interpretação teatral, de forma lúdica e simples, através de jogos e técnicas, que o aluno usará, não só para o teatro, como também para a vida. O objetivo é o desenvolvimento cultural pela vivência, pela fluência, pela decodificação e pela leitura crítica da linguagem teatral através da prática dos jogos do método de Viola Spolin e Michael Chekhov, em que o trabalho psicofísico é a base para a composição da interpretação.

Conteúdo Programático
Samuel Santos realizando oficina em Penedo (AL)
1) Reeducação do Olhar (observação);
2) Breve histórico sobre a interpretação moderna;
3) Evolução  da interpretação Cênica;
4) Viola Spolin - sobre o método e exercícios;
5) Michael Chekhov: a técnica e exercícios;
6) Avaliação geral 


Currículo do Oficineiro: Samuel Santos
Oficina em Piranhas (AL)
Samuel Santos é ator, desde os anos 1990, e a partir de 2000, também escritor, diretor e professor de teatro. Adaptou vários textos, como “A Terra dos Meninos Pelados”, de Graciliano Ramos, que lhe propiciou nove prêmios do Festival Apacepe - Janeiro de Grandes Espetáculos/2003. Samuel recebeu mais três prêmios neste evento, como autor da peça musical“O Amor do Galo pela Galinha d’Água”, e cinco prêmiações pelo musical infantil “Historinhas de Dentro”. Também recebeu o prêmio de Melhor Direção do Festival Pochade Teatral, pela esquete “O Discurso da Ponta da Língua”. O oficineiro desenvolve trabalhos teóricos e práticos, baseados  em Viola Spolin, Stanislavski, Brecht, Grotowski e Michael Chekhov.







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